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O GRANDE AVÔ LAFAEK / AVÓ-MANE BOOT NARAN LAFAEK (edição bilingue)

* LIVRO EM PRÉ-AQUISIÇÃO*

Texto Carlos Canhoto

Ilustração Alice Luzia Alves

Tradução Marta Ferraz

Revisão Conceição Candeias

Idioma português e tétum

Edição Canto Redondo

Chancela Germinário

Data de publicação Dezembro 2021

PROJECTO EDITORIAL SOLIDÁRIO

A edição destina-se, sobretudo, ao universo escolar timorense e será distribuída gratuitamente nas escolas básicas de Timor.

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Tasi é um crocodilo que cresceu a ouvir contar histórias sobre a ilha que o viu nascer. As suas origens recuam a um mítico antepassado, um enorme e bondoso crocodilo que, por circunstâncias mágicas, ficaria para sempre ligado àquele território.

Cruzando o mito fundador de Timor-Leste com uma inesperada história de Natal, as aventuras narradas em O Grande Avô Lafaek conduzem-nos por uma terna e divertida demanda, em que o protagonista é encorajado a vencer o maior desafio da sua vida para poder cumprir um sonho antigo...

O tempo passou e Tasi tornou-se o maior crocodilo de Timor. Com oito metros de comprimento, duas toneladas de peso e tantas aventuras vividas, sentia-se um pouco como o grande avô Lafaek. Pressentia que o seu longo caminhar o aproximava do último raio de sol. Por isso, antes de se entregar aos braços do gondoeiro sagrado que o reuniria aos seus antepassados, Tasi ansiava por concretizar o seu sonho de menino. Queria fazer parte de um presépio, imobilizar-se num sorriso inofensivo e levar alegria às crianças de Timor.

Germinada no solo fértil das lendas de Timor, esta obra reforça os laços de proximidade entre Portugal e a ilha do crocodilo, numa viagem em que o sagrado timorense, lulik, se entrelaça com a manifestação mais importante da fé cristã, o Natal.

Metáfora da interconexão cultural e planetária que nos abarca, O Grande Avô Lafaek convida-nos a sentar e a escutar o lia-na’in, contador de histórias, num abraço fraterno, mágico e bilingue.

Escrito em português e em tétum, línguas oficiais e profundamente ligadas à história de Timor-Leste, este pequeno conto abraça o bilinguismo para promover a criatividade, lançar pontes no imaginário e reforçar a memória linguística.

A edição impressa destina-se, sobretudo, ao universo escolar timorense, razão pela qual será distribuído gratuitamente nas escolas básicas de Timor.

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CARLOS CANHOTO

Alentejano de Pavia desde 1961. Passou as tardes da meninice com a sua avó Felicidade, a quem dedicou um dos seus mais emocionantes livros. No inverno, brincava à batalha naval na poça do Curral do Concelho, com barcos de folha de piteira. Na primavera, corria atrás dos pássaros à procura dos ninhos e espreitava as bogas que ao luar subiam os ribeiros para a desova. Hoje, vive num monte alentejano, é apicultor e cuida da sua horta e do pequeno pomar que ele mesmo plantou. Gosta muito de inventar histórias e de dar vida a fantoches e marionetas. Além do livro O monte secou, prémio Maria Rosa Colaço em 2007 (Almada), tem mais oito histórias para o ensino básico: Barbatanar nas cores do arco-íris (2006), integrado no Plano Nacional de Leitura; Pirá (2007), aconselhado pela Casa da Leitura da Gulbenkian; Anuro, o sapo sapinho, o sapo sapão (2014); Serei uma plantinha daninha? (2015); A minha avó Felicidade (2016); Pirilampo, o velho pescador de estrelas (2018); Zi, a abelha zonza (2019); e O baú mágico do meu pai (2020).

ALICE LUZIA ALVES

Nasceu em Lisboa no temido ano 2000. Atualmente, frequenta o terceiro ano da licenciatura em Escultura, na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Desenvolve, desde os dezasseis anos, trabalho fotográfico e performativo, usando o seu corpo como matéria e tela, e, paralelamente, edição de vídeo, imagem e som. Trabalhou como aderecista, figurinista e cenógrafa em diversas peças de teatro amador e foi figurinista de Shrek, o Musical, com encenação de Henrique Feist (Casino do Estoril). Colabora ativamente em projetos com outros artistas plásticos, designers e produtores independentes de teatro. No futuro, deseja desenvolver um espaço ligado às artes e levar a cabo iniciativas artísticas na sua localidade.

MARTA FERRAZ

Nasceu nos anos 80, na cidade portuguesa do fado. Cidadã do mundo, partilhou a infância entre o coração de África e Portugal. Formada em Educação Básica, aos vinte e três anos voou até Timor-Leste, terra do sol nascente, onde encontrou inúmeras aventuras da sua vida profissional. Foi formadora de professores do ensino básico e professora de Língua Portuguesa em várias instituições. Apaixonada pela educação e pela humanidade, desenvolveu estratégias e criou histórias e outros materiais lúdico-didáticos, aplicados agora ao ensino da Língua Portuguesa como língua não materna e ao ensino pré-escolar em Timor – recursos que também se têm revelado fecundos na interação com mulheres e crianças vítimas de abuso físico e sexual. Trabalha como revisora e tradutora de textos em língua portuguesa e em tétum.

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O GRANDE AVÔ LAFAEK / AVÓ-MANE BOOT NARAN LAFAEK (edição bilingue)

O GRANDE AVÔ LAFAEK / AVÓ-MANE BOOT NARAN LAFAEK (edição bilingue)

* LIVRO EM PRÉ-AQUISIÇÃO*

Texto Carlos Canhoto

Ilustração Alice Luzia Alves

Tradução Marta Ferraz

Revisão Conceição Candeias

Idioma português e tétum

Edição Canto Redondo

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Data de publicação Dezembro 2021

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