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CABAZ GERMINÁRIO

Uma mão cheia de sementes, regadas com carinho, para sonhar, crescer e partilhar.

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Cabaz constituído por 5 livros:

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O CORAÇÃO DO ARTUR & O MEU CORAÇÃO NASCEU DIFERENTE

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CAMELOTE

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O BAÚ MÁGICO DO MEU PAI

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ZI, A ABELHA ZONZA

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MELISSA, VIDAS DE INVERTEBRADOS

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O CORAÇÃO DO ARTUR & O MEU CORAÇÃO NASCEU DIFERENTE

A história destas histórias começa em 2013, quando uma mãe compreende que precisa de preparar o filho de dois anos para uma cirurgia cardíaca. Sem sintomas, a criança não sabia que estava doente, e a mãe seguiu a sua intuição.

Três anos volvidos, uma segunda cirurgia viria a exigir mais respostas, à medida da curiosidade crescente da criança, e, sobretudo, ferramentas emocionais para lidar com a experiência da dor. Os textos e ilustrações que nasceram destes dois momentos permitiram a aceitação do processo, não só pela criança, mas também (e sobretudo) pelos pais, bem como por todos os companheiros temporários que viviam idêntica batalha hospitalar.

O que surgiu como instinto (ou urgência) maternal revelou-se afinal alicerçado em literatura científica: a preparação psicológica para a cirurgia infantil contribui para reduzir a ansiedade inerente ao processo e beneficia a recuperação.

O coração do Artur transporta-nos, com delicadeza, mas sobretudo com esperança, através das emoções fortes de uma vivência para a qual nunca se está preparado: a da cirurgia de uma criança, de um filho.

O meu coração nasceu diferente, «escrito» pela criança de cinco anos que acabou de passar pela experiência cirúrgica, é uma mão estendida a todas as crianças que precisam de enfrentar um tal desafio.

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grão de pó, poeira feita de devaneios e terra fértil de inspirações, deseja acarinhar, como se chuva fosse, raízes que se entranham e cuidam desta nossa terra Mãe. Cresceu em Oeiras e assentou numa mobília em Paço de Arcos. A sua avó conta que costumava copiar os desenhos animados frente à televisão, de língua de fora, coisa que a sua memória preferiu não gravar. Optou por estudar biologia, que a ajudou a começar a construir um caminho mesclado de arte e ciência... Ilustrou os livros A minha avó Felicidade, mãe Terra, terra Mãe, Melissa, vidas de invertebrados, Zi, a abelha zonza, Landroal d’Encantar e O baú mágico do meu pai.

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CAMELOTE

As noites no deserto são frias. São frias e quando há vento ainda é pior. [...] Poucos se podem gabar de sobreviver às intempéries do deserto. Entre estes estão os camelos! Camelos como o Camelote.

Camelote é um camelo solitário que vagueia pelo deserto em busca de oásis para descansar e, sobretudo, de companhia para partilhar as suas aventuras. Desde pequeno que se aconchega nas dunas para dormir, longe do calor de uma cáfila, sem pertencer a sítio nenhum. Sempre que parece ter encontrado um grupo que o aceita, acorda sozinho… será azar? Certo dia, num oásis ocupado por uma família muito peculiar, renova-se-lhe a esperança de que melhores dias estarão para chegar.

– Olá! Ssou a Camélia. E tu?
– Camelote (mas não conseguiu dizer mais nada, ela era linda e a sua pronúncia meio ciciada em sopinha de massa arrasou o nosso camelo).
Estáss aqui há diasss e ainda não falassste connossco. Não gosstass de nósss?
– Nada disso!!! Estou mais habituado a estar sozinho. Mas a vossa cáfila é muito
interessante e animada!
– Vem, vou apressentar-te a todoss!

Ágata Pereira dedica-se aos pequenos leitores desde a sua primeira palavra, ensaiando voos através da magia da leitura. É professora do 1.º Ciclo do Ensino Básico e mestre em Didáctica da Língua Portuguesa. Acredita que o importante é ter histórias para contar, já que são as histórias, alegres ou tristes, singulares ou plurais, que que nos levam onde queremos chegar. Publicou os livros infantis Adelaide (2016) e Melissa, vidas de invertebrados (2018).

João Pereira Carlos é aluno do 5.º ano. Bons hábitos de leitura e um espírito crítico apurado fizeram-no lançar a ideia para a construção do conto Camelote, agora concretizado em co autoria e cumplicidade.

Com apenas 18 anos, Martim Pinho Santos frequenta o 2.º ano do desafante e divertido curso de  Design na Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa. Talvez porque sempre tenha gostado de desenhar e de rabiscar as bordas dos cadernos diários. Jogador de basquetebol no CF “Os Belenenses”, estreia-se com esta obra na ilustração.

SESSÕES DE MEDIAÇÃO DE LEITURA COM OS AUTORES. CONTACTE-NOS!

camelote.cantoredondo.eu

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O BAÚ MÁGICO DO MEU PAI

De bonitas memórias se constrói uma infância feliz. No tempo em que António foi criança – ainda nem o pai natal tinha sido inventado – eram os anjos que anunciavam a chegada de um chocolate, ao sapatinho, pela mão de um menino Jesus tão pobre como as gentes daquela aldeia.

Tal como hoje, também os pais do António alimentavam de magias momentos especiais que para sempre ficariam gravados na lembrança.

Nesta história, abrimos o baú da memória e viajamos pelo sonho menino de conduzir um comboio aonde a vontade o levasse, seguindo as pisadas de um pai feito herói.

António Luís Carlos, alentejano de Pavia, onde nasceu em 1961, escreve sob o pseudónimo de Carlos Canhoto. Passou as tardes da meninice com a sua avó Felicidade, a quem dedicou um dos seus livros. No Inverno brincava à batalha naval na poça do Curral do concelho, com barcos de folha de piteira. Na Primavera corria atrás dos pássaros à procura dos ninhos e espreitava as bogas que ao luar subiam os ribeiros para a desova. Gosta muito de inventar histórias e de dar vida a fantoches e marionetas. Além do livro O Monte Secou (prémio Maria Rosa Colaço, 2007), tem mais sete histórias infanto-juvenis: Barbatanar nas cores do arco-íris, integrado no Plano Nacional de Leitura, Pirá, aconselhado pela Casa da Leitura da Gulbenkian, Anuro, Serei uma Plantinha Daninha?, A minha avó Felicidade, Pirilampo, o velho pescador de estrelas; e Zi, a abelha zonza.

grão de pó, poeira feita de devaneios e terra fértil de inspirações, deseja acarinhar, como se chuva fosse, raízes que se entranham e cuidam desta nossa terra Mãe. Cresceu em Oeiras e assentou numa mobília em Paço de Arcos. A sua avó conta que costumava copiar os desenhos animados frente à televisão, de língua de fora, coisa que a sua memória preferiu não gravar. Optou por estudar biologia, que a ajudou a começar a construir um caminho mesclado de arte e ciência... Ilustrou os livros A minha avó Felicidade, mãe Terra, terra Mãe, Melissa, vidas de invertebrados, Zi, a abelha zonza e Landroal d’Encantar.

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ZI, A ABELHA ZONZA

Zi é uma abelha do mel muito especial. Nascida num dia de muitas eclosões, leva-nos a conhecer o seu enxame e a complexa vida na colmeia. Numa aventura repleta de imaginação e polvilhada de conhecimento científico, a Zi convida-nos a prestar atenção ao papel fundamental que os insectos polinizadores desempenham nos ecossistemas. Sabias que se as abelhas desaparecessem deixarias de comer a maior parte dos frutos de que gostas?

Este livro-alvéolo é uma porta aberta para o fascinante e misterioso mundo das abelhas do mel. Destinado a um público infanto-juvenil crítico, criativo e exigente, o livro pretende promover uma cidadania consciente e ajudar os jovens leitores na sua missão de salvaguardar o seu ambiente. O conteúdo foi elaborado com o contributo de diversos apicultores e técnicos ligados à conservação e estudo das abelhas melíferas.

António Luís Carlos, alentejano de Pavia, onde nasceu em 1961, escreve sob o pseudónimo de Carlos Canhoto. Passou as tardes da meninice com a sua avó Felicidade, a quem dedicou um dos seus últimos livros. No Inverno brincava à batalha naval na poça do Curral do Concelho, com barcos de folha de piteira. Na Primavera corria atrás dos pássaros à procura dos ninhos e espreitava as bogas que ao luar subiam os ribeiros para a desova. Hoje vive num monte, é apicultor e tem também uma horta e um pequeno pomar com árvores que ele mesmo plantou e trata. Gosta muito de inventar histórias e de dar vida a fantoches e marionetas. Além do livro O Monte Secou, prémio Maria Rosa Colaço em 2007 (Almada), tem mais seis histórias para o Ensino Básico: Barbatanar nas cores do arco-íris, integrado no Plano Nacional de Leitura; Pirá, aconselhado pela Casa da Leitura da Gulbenkian; Anuro; Serei uma Plantinha Daninha?; A minha avó Felicidade; e o Pirilampo.

A história é ilustrada por grão de pó, que cresceu em Oeiras e assentou numa mobília em Paço de Arcos. A sua avó conta que costumava copiar os desenhos animados frente à televisão, de língua de fora, coisa que a sua memória preferiu não gravar. Optou por estudar biologia, que a ajudou a começar a construir um caminho mesclado de arte e ciência... Ilustrou os livros A minha avó Felicidade, de Carlos Canhoto, em 2016; mãe Terra, terra Mãe de fátima éffe e Melissa. Vidas de Invertebrados, de Ágata Pereira, em 2018.

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MELISSA, VIDAS DE INVERTEBRADOS

A Melissa é uma aranhiça curiosa e aventureira. Parte da planície alentejana para o mundo, mas regressa sempre ao canto mais fresco da casa onde cresceu. A teia da Melissa é o ponto de partida para histórias de amizade e amor de uma aranhiça da família Pholcidae, que nos leva em viagens e aventuras mundo fora em torno da fabulosa biodiversidade de invertebrados, cujos desenhos se inspiram em espécies reais.

O livro é enriquecido com apontamentos científicos sobre as diversas personagens e com um jogo de tabuleiro.

Conta-nos esta história Ágata Pereira, que se dedica aos pequenos leitores desde a sua primeira palavra, ensaiando voos através da magia da leitura. Lançou a sua teia de Odivelas para a Amadora onde é professora do 1.º Ciclo. Publicou o livro infantil Adelaide em 2016. Acredita que o importante é ter histórias para contar, já que são as histórias, alegres ou tristes, singulares ou plurais, que que nos levam onde queremos chegar.

A história é ilustrada por grão de pó, que cresceu em Oeiras e assentou numa mobília em Paço de Arcos. A sua avó conta que costumava copiar os desenhos animados frente à televisão, de língua de fora, coisa que a sua memória preferiu não gravar. Optou por estudar biologia, que a ajudou a começar a construir um caminho mesclado de arte e ciência... Ilustrou os livros A minha avó Felicidade, de Carlos Canhoto, em 2016, e mãe Terra, terra Mãe, de fátima éffe, em 2018.

Este livro inaugura a chancela editorial Germinário, criada para semear saberes e colher sonhos. O Germinário é um terreno fértil de ideias, ciência, conhecimento e afectos. Aqui se lançam sementes com raiz de literatura infantil e folhas de sonho para cultivar valores.

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Uma mão cheia de sementes, regadas com carinho, para sonhar, crescer e partilhar.

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O CORAÇÃO DO ARTUR & O MEU CORAÇÃO NASCEU DIFERENTE

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CAMELOTE

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